sábado, 21 de outubro de 2017

Vamos pensar sobre ABORTO?

Hoje, terminei de ler o livro "Por que ser a favor da vida?", do Randy Alcorn. Fiquei estarrecida com tantas coisas que li (as mais importantes, fiz questão de compartilhar aqui com você, espero que as informações sejam úteis para ajudar alguém em certo momento de sua vida).

Penso que todos nós, num momento ou outro da vida estaremos em contato com pessoas que estão pensando em abortar ou já o fizeram. Eu recomendo a leitura desse livro. De qualquer modo, copiei aqui todos os trechos que mais me marcaram na leitura:
Você sabia que
* Todos os dias, ocorrem em média 3.753 abortos nos EUA (penso que a situação no Brasil não está tão diferente), mais do que todas as vidas perdidas em 11 de setembro de 2001, no ataque terrorista ao World Trade Center, em NY.

 * 43% das mulheres que abortam se identificam como protestantes e 27% como católicas? Portanto 2/3 dos abortos nos EUA são feitos por mulheres com filiação cristã. A questão do aborto não tem a ver com a necessidade da igreja de falar ao mundo. Tem a ver com a necessidade da igreja de falar A SI MESMA primeiro e DEPOIS ao mundo.
* “Um simples filamento de DNA de uma célula humana contém informações equivalentes a uma biblioteca de mil volumes”. R. Houwink

* “Os provedores de aborto têm se tornado mais diretos ao admitirem o que ocorre neste procedimento. O Dr. Warren Hern, que ensina médicos a fazer abortos, descreve seu trabalho:

 ‘Eu comecei o aborto em uma jovem com uma gravidez de 17 semanas... Então, inseri o fórceps no útero e o posicionei na cabeça do feto que ainda estava vivo, já que a injeção fetal não é aplicada em tal estágio de gravidez. Fechei o fórceps esmagando o crânio do feto e o retirei. O feto, então morto, deslizou para fora mais ou menos intacto.’

 Esse homem, que tem dedicado a vida a realizar abortos e ensinar outras pessoas a fazê-lo, não tem dúvida alguma que o aborto mata um bebê.”

* Pense nas implicações bizarras deste duplo padrão. Se uma mulher agenda um horário para fazer um aborto, mas a caminho da clínica seu bebê morrer dentro do útero, o assassino do bebê será processado por assassinato. Todavia, se esse assassinato não ocorrer, uma hora mais tarde o médico será pago para realizar um procedimento legal matando exatamente a mesma criança (de um jeito que provavelmente seja mais medonho). Para a criança, que diferença tem quem a mata?

“Sites da Internet exibem imagens impressionantes de ultrassom – alguns mostram claramente o bebê não-nascido sorrindo, bocejando, espreguiçando e dormindo. Ainda assim a negação permanece surpreendentemente forte. Quando mostrei a fotografia intrauterina de um bebê não-nascido a uma defensora pré-escolha – uma universitária formada e inteligente – ela me perguntou: “você acha mesmo que vai enganar alguém com essa trucagem?”. Eu lhe respondi que ela poderia consultar os compêndios da Faculdade de Medicina de Harvard, a revista Life, ou a obra de Nilsson, A Child Is Born e encontrar as mesmas fotos. Ela não quis me ouvir. Por quê? Porque estava de fato dizendo: “Trata-se naturalmente de uma criança nessa fotografia e por não querer acreditar que o aborto mata uma criança, recuso-me a acreditar que se trata de uma fotografia verdadeira”.”

* “Os defensores dos direitos dos animais alegam que, a fim de poder argumentar, eles têm de mostrar fotografias terríveis, como bebês-foca sendo espancados até a morte. Se há um lugar para se olhar para estas fotos, não há um lugar para se olhar as fotos de abortos? E se o aborto não é matar bebês... então por que essas fotos são tão perturbadoras?

 A solução para o Holocausto foi proibir as fotos repugnantes? Ou a solução foi acabar com o extermínio?

 A solução para o aborto é se livrar das fotos de bebês mortos? Ou é se livrar do que está matando os bebês?”

* “Um abolicionista de Portland, Oregon, Jim Newhall, disse: “Nem todos devem nascer. Eu creio que para um bebê a vida começa quando a mãe o quer”. Portanto, a vida humana se torna real apenas QUANDO e SE outra pessoa a valoriza?
 No caso judicial Roe versus Wade, 1973, a decisão da Suprema Corte questionou se o bebê não-nascido tinha vida “significativa”. Entretanto, significativa para quem? Todo ser humano não considera significativa a vida que teve no útero, já que se fosse encerrada, ele agora não estaria vivo?

 Os brancos decidiram que os negros eram menos humanos. Os homens decidiram que as mulheres tinham poucos direitos. Os nazistas decidiram que a vida dos judeus não era significativa. Agora, a gente decide que os pequenos não são significativos o bastante para ter direitos.”

* "É fato científico que há processos de pensamento em ação nos bebês não-nascidos. A Associated Press divulgou um estudo mostrando que os "bebês começam a aprender a futura língua que falarão já antes de nascer". Estudos revelam que ainda no útero de suas mães, os "fetos escutaram, perceberam, ouviram e aprenderam algo da estrutura acústica da língua materna"."

* “A partir do momento que algo é considerado como moralmente permissível porque pode parecer gerar felicidade, não há nada que não se possa incluir na mesma perspectiva.”

* “De fato, “a maior categoria A Favor do Aborto é de MACHOS brancos, entre 20 e 45 anos de idade”. Mais especificamente, “o grupo que defende o aborto de modo mais coerente é de fato o DE HOMENS SOLTEIROS”.

 É irônico o aborto ter se transformado em uma questão de direitos da mulher, visto que estimulou a irresponsabilidade e incapacidade masculina de se importar com as mulheres e crianças.”

* “Há muitas coisas em relação às quais você não é a favor da escolha – inclusive se alguém tiver o direito de escolher assaltá-lo, roubá-lo, invadir sua casa, furtar seu carro, ou enganá-lo em um acordo de negócios. É evidente que as pessoas tem liberdade de fazer essas escolhas, mas isso não significa que elas tem o direito.

 Quando nos opomos ao “direito de escolher” estuprar ou abusar de criança, não estamos nos opondo a um direito, estamos nos opondo a um erro. E não somos medíocres e fanáticos por fazê-lo.”

* “Nós não devemos deixar o aborto continuar ancorado à escolha. Em vez disso, toda vez que ouvirmos “a favor da escolha”, devemos perguntar e insistir que outros perguntem: De qual escolha estamos falando? Se for aborto, a questão é: Você acha que as pessoas devem ter o direito de escolher matar crianças? Opondo-nos ao aborto, nós não estamos nos opondo à escolha em geral, estamos nos opondo a UMA escolha em particular – MATANÇA DE CRIANÇA.”

* "A posição que defende a escolha sempre despreza o direito da vítima de escolher. Os negros não escolheram a escravidão. Os judeus não escolheram as fornalhas. As mulheres não escolheram o estupro. E os bebês não escolheram aborto."

* “Independente de nossa opinião sobre sexo fora do casamento, a gravidez em si não é errada, mesmo que o ato sexual que a resultou foi errado. Ninguém deve tratar a mãe como uma “garota má” ou “pressioná-la a resolver seu problema” abortando a criança. Nós devemos amá-la e ajudá-la durante a gravidez, oferecendo-lhe orientação quanto a criar uma criança ou optar pela adoção. Independente do que ela escolher, devemos apoiá-la.”
  • “As possibilidades de malformação nos filhos que nascem depois aumentam pelo aborto.
  • A frequência de morte precoce para bebês nascidos após a prática de abortos por parte da mãe está entre 2 e 4x a taxa normal.
  • Devido a aumentar o risco de parir um futuro bebê prematuramente, o aborto induzido parece ser responsável por milhares de casos de paralisia cerebral na América do Norte.
  • O Departamento Norte-americano de Saúde e serviços humanos realizou um estudo de vinte anos sobre as taxas de gravidez utópica indicando um aumento de mais de 500% desde que o aborto foi legalizado.
  • Apenas 33% das mulheres com gravidez ectópica (gestação fora do útero, responsável por 12% de todas as mortes maternais relacionadas à gravidez) terão um parto posterior de bebê vivo.”
* "Mulheres com um aborto dobram o risco de câncer cervical, em comparação às mulheres que não abortaram, enquanto mulheres com dois ou mais abortos multiplicaram o risco em quase cinco vezes."

* “Muitos estudos associam o aborto a um aumento na disfunção sexual, aversão ao sexo, perda de intimidade, culpa inesperada, casos extraconjugais, síndrome do estresse traumático, fragmentação da personalidade, reação de tristeza, abuso e negligência com a criança, além do aumento do abuso de álcool e droga. Um estudo do Elliot Institute indica que as mulheres que abortam tem cinco vezes mais probabilidade de abusar de drogas.”

* “A exigência do aborto para salvar a vida da mãe é um caso muito raro. Quando era Diretor Nacional de Saúde dos EUA, o Dr. C. Everetty Koop afirmou que, em 36 anos como cirurgião pediatra, ele nunca soube de uma única situação em que a vida de uma criança não nascida teve de ser tirada a fim de salvar a vida da mãe. O Dr. Landrum Shettles alegou que menos de 1% de todos os abortos é realizado para salvar a vida da mãe.”

* “Estudos realizados pelo Guttmacher Institute A Favor do Aborto mostram que quatorze mil abortos por ano são por causa de estupro ou incesto, o que equivale a 1% de todos os abortos. Outros estudos mostram que a gravidez resultante de estupro é mais rara, como UMA em MIL casos.

 Os defensores do aborto pregam que se desvie a atenção da vasta maioria dos abortos, focando-se no estupro, por causa de seu fator de solidariedade bem merecida. As frequentes alusões a esse ponto deixam a falsa impressão de que a gravidez resultante de estupro é comum, em vez de rara.

 Temos uma amiga queria que sofreu estupro e engravidou. Por causa das circunstâncias, para ela, criar uma criança não era o melhor. Ela entregou o bebê para adoção a uma família cristã. Nossa amiga tem contato com a família e com o bebê periodicamente. Não é fácil e a dor é grande – contudo seu impressionante consolo está em saber que o filho vive e é amado.”

 * “A questão não é COMO uma criança foi concebida, mas QUE ela FOI concebida. Ela não é um "produto de estupro" desprezível. É uma criação de Deus, única e maravilhosa.”

 * “Punamos o estuprador e abusador, não suas vítimas. A mulher não é mercadoria estragada - ela não é "mercadoria" mesmo, mas um ser humano precioso com valor e dignidade que nem mesmo o ato mais vil pode tirar dela. Do mesmo modo, A CRIANÇA NÃO É UM CÂNCER PARA SER REMOVIDA, MAS UM SER HUMANO VIVO!”

* “O fato de os pais desejarem ou não o bebê ainda deverá se ele merece ou não viver? Se este é um padrão legítimo antes do nascimento, por que não depois?
 O problema da indesejabilidade é um bom argumento para se querer crianças. Todavia, é um argumento fraco para matá-las.”

* “Estudos indicam que o abuso infantil é mais frequente entre mães que tiveram aborto anteriormente. Os estudos do Dr. Philip Ney indicam que isso se dá parcialmente devido à culpa e depressão causadas pelo aborto que limita a capacidade da mãe de criar vínculo com os filhos que vem posteriormente. O Dr. Ney documenta que o aborto diminui a barreira natural dos pais contra sentimentos de fúria em relação às crianças pequenas.”

* “Das cinco mil crianças dos EUA assassinadas todo ano (os números não incluem abortos), 95% são mortas por um dos pais ou pelos dois. Há uma noção predominante de que as crianças pertencem a seus pais. Os adultos pensam que tem o mesmo direito de se desfazer de seus filhos que a sociedade lhes assegurava ter antes de os filhos nascerem. A partir do momento que a mentalidade de abuso infantil domina uma sociedade, ela não se restringe a uma única faixa etária. Se as crianças não-nascidas não estão seguras, nenhuma criança está.”

* “As boas novas são que Deus a ama e deseja perdoá-la pelo aborto quer você soubesse o que estava fazendo, quer não. Todavia, antes de as boas novas poderem ser compreendidas, precisamos conhecer as más notícias.

As más notícias são que há culpa moral verdadeira e muitos de nós somos culpados de muitas ofensas morais contra Deus, das quais o aborto é apenas uma. (Romanos 3:23)
Talvez você pense: ‘Mas eu não mereço perdão depois de tudo que fiz.’. Você está absolutamente certo/a. Nenhum de nós merece perdão. Se o merecêssemos, não necessitaríamos dele. Essa é a questão da graça.

Cristo recebeu na cruz o que nós merecíamos, para que pudéssemos receber o que não merecemos – uma ficha limpa, um início novo.”

domingo, 15 de outubro de 2017

O sonho de um homem foi destruído em milhões

“Hugh Hefner, fundador da Playboy Enterprises e sua principal encarnação ideológica, morreu na quinta-feira aos 91 anos na Playboy Mansion, imerso na fantasia que criou. Ele será enterrado ao lado de Marilyn Monroe, o centroio inaugural da Playboy.

Em 1953, Hefner puxou a pornografia para fora das ruas culturais da segunda parte, vestiu-se com trajes e discursos sofisticados, deu-lhe um conjunto elegante e desonroso, tornou-se libertador e libertino, e empurrou-o para o mainstream como Playboy Magazine. Ele não era tão revolucionário como um homem que entendia seus tempos. Ele conhecia o "lado direito da história". Ele viu a fraqueza no flanco, atingiu astuto (e vagamente), e ganhou a batalha cultural: os velhos costumes sexuais foram decisivamente derrubados e a pornografia é penetrante. Mas a que custo?

Playboy (e a inundação de material cada vez mais explícito que o seguiu através da ruptura que fez na barragem cultural) não é uma empresa que existe para celebrar a beleza do corpo humano ou a maravilha da sexualidade humana. É uma empresa destinada a capitalizar financeiramente a inclinação humana caída para objetivar os outros para os nossos fins egoístas. Ele encoraja os homens e as mulheres de maneiras codividentes para ver as almas encarnadas como papéis incorporados no reality show virtual privado que chamamos de fantasia.

Hefner e muitos outros tornaram-se muito ricos, objetivando as mulheres e transformando-as em prostitutas virtuais - meras imagens corporais para serem usadas por milhões de homens que não se importam com elas, que as devoram em sua imaginação por prazer egoísta e depois jogam-nas no lixo . Hefner deu a essas mulheres o nome divertido de "companheiras de brincadeiras", uma má ironia de uma pessoa e de uma peça, acrescentando um insulto terrível a ferimentos horríveis.

Nós chamamos isso de perverso, pois é. Mas ao chamar isso de perverso, devemos confrontar nossa própria perversidade para objetivar os outros e resolver ainda mais a guerra contra ela. Nós, seres humanos, temos uma tendência horrível e pecaminosa de ver os outros como papéis - extras "muitas vezes presumíveis" - na imagem em mudança épica de nossa história, não nas almas no verdadeiro épico da história de Deus.


A natureza humana caída, desencadeada da realidade de Deus, procura construir sua própria realidade preferida. E usa outras pessoas para fazê-lo. Deixe-me usar como exemplo o que em primeiro lugar pode aparecer como uma música inofensiva e divertida, mas é algo menos inofensivo.

Em meados dos anos 60, enquanto a Playboy estava construindo um vapor no caminho para se tornar uma potência de mídia, a música brasileira de jazz / bossa nova "A garota de Ipanema" estava se transformando em um sucesso internacional, no caminho para ser o segundo mais importante música pop gravada na história.

A música é sobre um homem que observa diariamente uma bela garota andando por ele no caminho para a praia de Ipanema, no sul do Rio de Janeiro. Ela é "alta e bronzeada e jovem e adorável" e "balança tão legal e balança tão gentilmente", passando como uma música nas pernas. Ele está intoxicado com ela e "daria seu coração com prazer" a ela, mas "ela não o vê".

A música é leve, barata e quase parece inocente. Mas  não. A música é realmente a fantasia de um homem. Ele não sabe nada da garota que ele acha que ama. Se ela vir a ter um QI menor do que imagina ou uma condição médica séria, ele ainda a amaria? Se ela dirige a praia diariamente para escapar da agressão sexual de um parente, ou sofre de uma doença mental sutil, ele ainda daria seu coração com prazer a ela? Essa garota não é uma alma para ele; ela é um símbolo de algo que ele deseja e ele projeta nela um papel na fantasia de sua própria criação.

Isso é precisamente o que os humanos são tão propensos a fazer: ver os outros e o mundo, como uma projeção de nossas próprias fantasias. Mesmo nós, cristãos, podemos perder de vista o mundo como um campo de batalha de horrível guerra cósmica, com as pessoas apanhadas em seu fogo cruzado que precisam ser resgatadas e vê-lo como o lugar onde queremos nossos sonhos – auto centrado, egoísta, auto sonhos exaltantes e auto indulgentes - para se tornarem realidade. Quanto mais nos entregamos a tais fantasias, quanto mais inoculadas e adormecidas nos tornamos realidade e menos urgentes as necessidades reais de outras almas reais.

A garota de Ipanema tem uma conexão Hugh Hefner, pois ela era uma garota real. Os compositores (casados) da música costumavam sentar-se em um café perto da praia, vê-la caminhar e falar sobre os desejos que ela inspirou. Ela era uma garota de escola de 17 anos, às vezes vestindo seu uniforme escolar e às vezes usando seu biquíni.

Depois que a música explodiu em popularidade, os compositores informaram que ela era "a garota". Ela se tornou uma pequena celebridade brasileira, um símbolo nacional de atração sexual. Eventualmente, ela se tornou uma Playman Playboy brasileira, posando para a revista como uma mulher mais nova e depois posando novamente com sua filha adulta - duas gerações capturadas e exploradas pela fantasia de Hefner. Agora ela tem 72 anos, tentando ficar tão jovem e adorável quanto possível, pois ela é, afinal, a garota de Ipanema.

E ela é um exemplo de que a objetivação de outras pessoas não é inofensiva. Sua identidade foi forjada pela luxúria de dois homens para seu corpo adolescente. A indulgência e propagação e proliferação de fantasias não são inofensivas. As vidas reais são pegas nas engrenagens; Almas reais são moldadas e endurecidas e tornam-se resistentes ao que é realmente real, ao que é verdade. E elas podem ser destruídas. As pessoas são almas, não são papéis.

É tragicamente apropriado que Hugh Hefner seja enterrado ao lado de Marilyn Monroe. Monroe não era apenas o centro-inaugural da revista Playboy; ela se tornou e continua a ser a garota do cartaz do século 20, a objetivação sexual americana. Quase sessenta anos depois de sua morte suicida, ela continua sendo um ícone sexual na mente da maioria das pessoas, não uma alma quebrada que conhecia a solidão desesperadora de ser uma imagem sensual desejada por milhões, mas uma pessoa verdadeiramente amada por muito poucos. Hefner incentivou milhões e milhões de homens e mulheres a ver as pessoas da maneira que destruíram Marilyn Monroe.


É por isso que, homens (e, claro, não apenas homens), por ocasião da morte de Hugh Hefner, resolvam ainda mais abster-se das paixões fantasiosas da carne, que fazem guerra contra nossas almas - e não apenas a nossa, mas outras almas também (1 Pedro 2:11). Quando olhamos para uma mulher, seja Marilyn Monroe, a garota de Ipanema, colega de trabalho, colega de classe, membro da igreja, esposa de outro homem ou nossa esposa, diga-nos e, quando necessário, um ao outro: "Ela não é sua companheira de brincadeira!". Ela não é um objeto que, aos dezessete anos que você possa, em egoísmo, deseja usar para suas próprias concupiscências e atirar fora, ou em 72 você pode, em egoísmo, não se notar de nada.

Ela não é um jogador de papel incorporado em seu reality show virtual. Ela é uma alma encarnada cujo valor aos olhos de Deus excede todas as riquezas do mundo. Ela é a criação de Deus, não um objeto para sua recreação pecaminosa.

Hugh Hefner chamou-se de "o menino que sonhava com o sonho". Sim, ele sonhava com o sonho dele, ele vivia seu sonho e seu sonho o fazia rico. Ele morreu ainda sonhando. Somente Deus sabe quantas almas foram danificadas e destruídas por seu sonho. Que Deus tenha misericórdia.”

Jon Bloom, em 29/9/17,



http://www.desiringgod.org/articles/one-man-s-dream-destroyed-millions

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Você acorda descontente?

“É possível estar contente em todas as coisas?

Como seria? Era como uma centena de frustrações e inconvenientes que o salário estava na minha mente todos os dias para desafiar o contentamento, e muitas vezes.

Tenho um pescoço rígido. Esse travesseiro tem que ir.
O que eu vou usar? Estou cansada de todas as minhas roupas!
A argamassa em nosso banheiro precisa ser reparada.
Todo mundo quer algo diferente para o café da manhã.
Meu marido quer usar uma camisa que eu não tive tempo de passar.
Por que tem que chover?

Minha mente está agitada com descontentamento, e nem sequer são 8:00 da manhã! Queremos todos os pequenos detalhes. Então, é claro, existem coisas fora do nosso controle, ensaios que mudam a vida, que perturbam nossas vidas: crianças rebeldes, doenças, deficiência, perda de um ente querido, perda de emprego, desastre natural, fome, terrorismo.

Grandes e pequenas coisas exercem o poder de destruir o contentamento.

A vida no mundo desafia o contentamento. Talvez não devamos nos surpreender. Parte do problema é que estamos olhando para o mundo para proporcionar conforto, estabilidade, segurança, provisão, amor e esperança.


Ninguém e nada no mundo realmente podem nos prometer que podemos ter um bom trabalho, um bom lar, muito para comer, bons amigos, uma familia amorosa, boa saúde, segurança ou muito mais de qualquer outra coisa. Você pode "jogar pelas regras" trabalhando duro, ser responsável e ser gentil com os outros, mas não há nenhuma promessa que pagará no final. O mundo é frágil e imprevisível. Uma doença, um ataque terrorista, uma guerra, um divórcio e um milhão de outras coisas podem acontecer a qualquer momento. Em um instante, nosso mundo está quebrado.

Pergunto-me o que as pessoas estão fazendo em Houston? Alguns até perderam seus entes queridos em poucos dias porque um furacão subitamente percorreu seu bairro. Quaisquer expectativas que a família tenha tido na semana anterior ao furacão desapareceram agora. Toda a satisfação repentina significa uma cama, uma refeição quente e roupas doadas.


Deus sabe que vivemos neste mundo impróprio e caído, então porque a Bíblia nos diz que nos contentamos? Como podemos nos contentar com condições tão incertas? A verdade é que a Bíblia nunca nos instrui a encontrar nosso contentamento no mundo. Na verdade, é exatamente o contrário.

Jesus diz que "No mundo você terá tribulação. Mas tenha bom ânimo; Eu venci o mundo" (João 16:33). Dificuldade e tribulação virão. Mas Jesus diz que ainda podemos ter paz. Como? Jesus venceu o mundo. Jesus venceu o mundo! Está pronto!

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Como estamos? Nosso coração está cheio de vontade de responder ao que? Mesmo, e às vezes especialmente, nas coisas difíceis, temos uma gloriosa oportunidade de refletir. Quando Jesus promete paz, Ele quer que nós a desfrutemos agora. Claro que será perfeito na era a vir, mas não pode ser abalado.

Não temos controle sobre nossas circunstâncias, mas temos controle sobre se achamos paz nelas.

O apóstolo Paulo entendeu isso bem, e ele poderia fazê-lo para sempre (2 Coríntios 11: 23-27). Ei, ele foi punido 39 chibatadas - várias vezes. Ele foi espancado com varas, apedrejado perto da morte e naufragou três vezes. Ele e seus amigos tiveram perigos na cidade, perigos no deserto e perigos no mar. Ele experimentou noites sem sono, fome, sede, frio, exposição e pior.

No entanto, em Filipenses 4: 11-13, Paulo pode dizer com certeza,

    Em todas e quaisquer circunstâncias, aprendi o segredo de estar contente na abundância e fome, fartura e necessidade. Posso fazer todas as coisas através dEle que me fortalece.

Por que Paulo pode dizer isso? 

Paulo não esperava que sua vida fosse fácil. Se você está procurando um lugar para ficar no mundo, então você deve encontrar um lugar onde você possa encontrar os melhores lugares para ficar , saúde, conforto, provisão e esperança que não podemos encontrar neste mundo.


Paulo entendeu que "essa leve e momentânea aflição está nos tornando um eterno peso de glória além de tudo. (2 Coríntios 4: 17-18). Por causa do transcendente, "Uma oportunidade para iluminar a luz de Jesus no nosso mundo sombrio e, no processo, para glorificar o nosso Deus".

Se desejamos o contentamento neste mundo, nós, como Paulo, precisamos meditar sobre a realidade de Jesus Cristo. A vida em Cristo não é algo. Se abraçamos Jesus e tudo o que Ele fez por nós, esta é a nossa realidade agora.


    "Paz eu deixo com você; minha paz, Eu dou a você. Não como o mundo me dá, Eu dou a você.” (João 14:27) 

Adrien Segal, em



https://www.desiringgod.org/articles/do-you-wake-up-discontent

sábado, 7 de outubro de 2017

Resenha do Graça por graça, pela Beatriz, do OL

Pessoal, A Beatriz Blog, do blog Oásis Literário, fez uma resenha do meu livro "Graça por graça". Se você ainda não leu este livro, mas deseja conhecê-lo pelo olhar de um outro leitor, clique aqui e leia no Blog dela:

http://www.oasisliterario.com/2017/09/resenha-graca-por-graca.html


Resenha do De graça em Graça, pelo Bruno, do Resenhas Cristãs

Pessoal, o Bruno Felipe, do blog Resenhas Cristãs, fez uma resenha do meu livro "De graça em graça". Se você ainda não leu este livro, mas deseja conhecê-lo pelo olhar de um outro leitor, clique aqui e leia a resenha no blog dele ;) :-

------ Resenhas Cristãs ------- Resenha toda semana!: Resenha #0036 - De Graça em Graça - Pri de Luz: Esse é um livro para quem está sofrendo. Para quem precisar da Graça de Deus em meio à:   Dor. Luta. Tempestade. E também em meio ...